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O que apostadores podem aprender com o Brasileirão 2016?

Antecipando algumas dicas de aposta para o próximo Campeonato Brasileiro.

A Série A do Campeonato Brasileiro de 2016 costuma se apresentar como um desafio até para os mais experientes apostadores esportivos. Isso porque a competição conta com muitos times tradicionais com reais chances de serem campeões ou assumirem os primeiros lugares, ao contrário do que se vê em campeonatos europeus da Espanha, Itália ou Inglaterra, nos quais alguns poucos clubes são sempre favoritos.

Ao mesmo tempo, essa característica do Brasileirão concede uma margem de segurança: 2016 provou o quanto é sustentável apostar na tradição, pois ela se mantém hegemônica. Basta ver o três primeiros colocados da competição, o Palmeiras, Santos e Flamengo.

Mas é claro que nem todos os grandes clubes se sobressaem. Afinal, no confronto entre tradição versus tradição, uma delas sairá perdedora. O Internacional, que trouxe um dos mais recentes títulos mundiais para o Brasil, não escapou da degola e vai disputar a segunda divisão em 2017. Outro exemplo é o Corinthians que, apesar de ter sido o campeão em 2015, desapontou sua fiel torcida ao ficar de fora do G6, na sétima colocação.

De olho nas vitórias em casa

Construir prognósticos e distinguir entre os grandes clubes quais vencerão e quais perderão mais partidas é um atalho para não precisarmos examinar a fundo o potencial de todas as 20 equipes que competem entre si na Série A. Outro fator importante é olharmos com atenção as estatísticas desse ano mais relevantes para quem faz aposta esportiva em futebol.

Assim como nos anos anteriores, as equipes que jogam dentro de casa tem mais probabilidade de vencer, especialmente se forem tradicionais e tiverem forte apoio da torcida. O Brasileirão registrou, no total de jogos, 53,3% vitórias em casa contra 21,9% de vitórias fora de casa (a taxa de empate ficou em 24%). Veja o exemplo do Palmeiras, campeão de 2016, que dos 19 jogos disputados em casa, venceu 73,6% e perdeu apenas 5,6%. Jogando fora, venceu 52% das partidas.

De olho nos resultados enxutos (com gols abaixo de 2,5)

Quem gosta de apostar em futebol precisa saber disso: as equipes brasileiras vem nos últimos anos aperfeiçoando-se taticamente e priorizando o coletivo ao invés do brilhantismo de craques isolados. Este ano foi uma prova disso. Na prática, isso se traduz em jogos mais pegados, com marcação intensa e pouca abertura, o que leva a um menor número de gols e artilheiros mais “econômicos”. Em 2016, a média de gols foi de 2,4 por partida. O resultado mais presente foi o velho 1×0 em 68 jogos (18% do total), seguido do 1×1 em 41 jogos (11% do total). Já o primeiro resultado acima do 2,5 gols, o 2×1, ocorreu apenas 35 vezes (9%) do total. Os três artilheiros do campeonato deste ano, Diego Souza (Sport), Fred (Atlético-MG) e William (Ponte Preta), todos com 14 gols, não conseguiram superar o maior goleador de 2015, Ricardo Oliveira (Santos), que colocou 20 bolas na rede no ano passado.

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